terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como um nó gigante

Sabe aqueles dias em que o que mais queremos, é ficar vendo um filme de amor bem triste, comendo brigadeiro e embaixo das cobertas? Por mais que seja preferível nessa estação, um ar condicionado geladinho mesmo...
Podem até dizer que sejam hormônios, mas é muito bom, não ter nada pra fazer e ficar chorando com uma caixinha de lenços de papel, assistindo o mocinho dizer pra menina esquisita que ele nunca amou ela.
Comprei agora a Capricho, com os colírios na capa, lindos. É ótimo ter um amor platônico desses, haha, vamos em fases, Harry Potter, Edward Cullen, Dudu Surita, aah...
Tem até os casos de gente que chora pensando neles, um exagero, concordo. Mas, cada um com suas manias. É bom se apegar a alguma coisa, nem que seja o personagem de um livro. Quando eu era pequena, ganhei o livro do Harry Potter, bem metida, comecei a ler. Odiei. Semana passada, tirei da estante e fui ler de novo (estou adorando), nas 3 primeiras páginas (tudo o que li), mais da metade das palavras estavam sublinhadas. Aí está, bem por isso que eu não tinha gostado! Tinha uma parte, que em uma linha estava escrito: "esta-" e na linha de baixo: "cionamento". Eu com a minha gigante idade de 7 anos, sublinhei "cionamento", não sabia o que significava. Aí fica difícil né?
A gente tem fases mesmo, vai crescendo e certas coisas vão ficando mais claras, amores platônicos vão surgindo, ê beleza. Resultado, tudo vai ficando mais complicado, como um nó gigante.

2 comentários:

  1. vou procurar cionamento no dicionario...

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  2. metida foi "quem" te deu o harry potter... hehe.
    (e nem vamos falar do filme do fellini no cic, ok?)
    bjssss

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